16 de agosto de 2022 11:46

O CONTROLE DA SOCIEDADE PELA COERÇÃO

Terra Brasil Notícias – EXCLUSIVA Assinantes

Por Erick Guerra, O Caçador

Quando apenas portando um certo passaporte se pode trabalhar, fazer operações bancárias, ter assistência médica, estudar, viajar, comprar alimentos e roupas ou entrar em lugares públicos – enfim, sobreviver – já é uma obrigatoriedade cumprir os requisitos para ter esse tal passaporte, mesmo que o nome seja outro e, não, obrigatoriedade.

Um roubo é a subtração de uma coisa alheia mediante coação ou grave ameaça. E como classificar quando seus direitos constitucionais são simplesmente subtraídos – por que o Estado age de forma a não lhe deixar outra saída de sobrevivência, que não seja concordar com a violação de suas garantias individuais legais? Poderíamos chamar de “voluntário” alguém que age sob efeito de coerção estatal?

Na China, há um sistema de “Crédito Social” que serve de referência para o controle dos cidadãos pela coerção estatal. Nele, as “desobediências ao Sistema” são anotadas num cadastro digital, alimentado por chefes (no trabalho), professores (nas escolas e universidades), funcionários do Partido Comunista (em qualquer âmbito da esfera pública ou privada) e até por câmeras de vigilância que estão por toda parte e usam sistema de reconhecimento facial. Tais créditos (ou a falta deles) decidem que trabalho você pode ter, se pode viajar ou se pode estudar em tal ou qual instituição de ensino. Isso não é o futuro, já é o presente, por lá.

Quanto tempo você acha que demora para o Sistema de Crédito Social chegar por aqui?

“Vai se canalizando para que o cidadão comum, que não segue os ditames da Ordem Mundial, passe a ter em sociedade menos segurança. Nada será imposto por coação direta, para parecer legítimo. Mas sim, através de uma injusta coerção.” – Jeeo

 

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