Presidente do Senado e do Congresso, Davi Alcolumbre. (Foto: Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil).
Cláudio Humberto –
Quando Davi Alcolumbre (União-AP) resolveu pautar a sabatina de Jorge Messias (AGU), indicado por Lula (PT) para a vaga de Luís Roberto Barroso no Supremo Tribunal Federal (STF), um “gatilho” fez o senador andar com o escrutínio do ministro, para desespero do governo. A coluna soube por aliados próximos a Alcolumbre que Lula, além de desprezar o presidente do Senado, deixando de avisar sobre a indicação, ainda ligou para o presidente do STF, Edson Fachin. O amapaense ficou furioso.
Orgulho ferido
Vaidosa como essa gente é, Alcolumbre fez questão de lembrar que é tão presidente de Poder como Fachin, daí a mágoa do parlamentar.
O mundo gira
Para não constranger “Bessias”, como Alcolumbre fez com André Mendonça, Lula queria, inicialmente, resolver tudo ainda em novembro.
Tempo ao tempo
O petista não ouve mais ninguém e foi aconselhado a segurar o anúncio, já que a vaga estava aberta havia um mês. Fez ouvidos moucos.
Em apuros
Lula foi alertado de que a formalização da indicação às vésperas da condenação de Jair Bolsonaro não cairia bem. Deu no que deu,


