2 de outubro de 2026 14:17

Amor e superação: Aos 90 anos, mãe raspa a cabeça do filho de 60 aprovado na universidade

A aprovação em um vestibular é sempre motivo de festa, mas para uma família brasileira essa celebração ganhou um significado ainda mais especial e emocionante. Aos 60 anos, o estudante [Nome do Filho] alcançou o sonho de ingressar no ensino superior e comemorou a conquista cumprindo a tradicional tradição dos calouros de forma inesquecível: tendo a cabeça raspada por sua mãe, dona [Nome da Mãe], de 90 anos.

O momento, marcado por risos, lágrimas e muito orgulho, simboliza o encerramento de um ciclo de dedicação e o início de uma jornada acadêmica que prova que não existe idade limite para buscar conhecimento.

Determinação que inspira

Depois de anos conciliando compromissos profissionais e familiares, o novo universitário decidiu encarar a rotina intensa de estudos para realizar o sonho de cursar a graduação. A aprovação veio como fruto de persistência e do apoio incondicional da mãe, que acompanhou de perto cada etapa da preparação.

“Ver a alegria da minha mãe ao passar a máquina no meu cabelo foi o maior prêmio de todos. Ela sempre acreditou no meu potencial”, revelou o calouro durante a comemoração em família.

Para a mãe, ver o filho realizar um sonho na maturidade é motivo de profunda gratidão. “Gente feliz e com vontade de aprender não envelhece de verdade. Fazer parte deste momento e raspar o cabelo dele como se faz com os jovens foi um presente para mim”, declarou a idosa.

Exemplo de vida

A história rapidamente viralizou e passou a servir de inspiração para outras pessoas que pensam em retornar aos estudos ou iniciar uma nova carreira em fases mais avançadas da vida. O ingresso na universidade aos 60 anos reforça que a educação é um caminho aberto para todas as idades e que o apoio familiar continua sendo o combustível principal para grandes conquistas.

Ele foi aprovado no curso de Enfermagem na UFPA (Universidade Federal do Pará).

Trata-se de Alcyr Ataíde Carneiro, que na época trabalhava como cortador de grama em Belém e usava um jaleco pendurado no quarto como inspiração durante as noites de estudo. mãe, D. Aglair Carneiro

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