15 de março de 2026 07:26

Trisal cria três filhos na mesma casa e defende modelo de família

Um trisal afirma que a dinâmica com três adultos torna a rotina familiar mais organizada e colaborativa

Um trisal afirma ter encontrado uma forma diferente — e, segundo eles, mais organizada — de criar os filhos. Frank Eric Blackcloud II, de 40 anos, Tatyana Brown, de 33, e Lexi Bowman, de 26, moram juntos com três crianças em San Diego (EUA).
Na casa vivem Oliver, de 13 anos, Sage, de 7, e Naiomi, de 5. O relacionamento entre os três adultos começou a se formar no verão de 2025, quando Lexi passou a fazer parte da vida do casal.
Tatyana e Eric se conhecem há cerca de 11 anosEles começaram como amigos e, com o tempo, se apaixonaram. Após Tatyana se assumir bissexual, os dois passaram a explorar a não monogamia de forma gradual, até conhecerem Lexi, que trabalha como tosadora de cães. A partir daí, decidiram construir uma vida juntos.

Segundo Tatyana, a adaptação ao formato de relacionamento exigiu aprendizado. “Sempre que você se afasta daquilo que as pessoas consideram convencional, existe uma curva de adaptação”, afirmou. Ainda assim, o trio acredita que a dinâmica familiar funciona bem e oferece um ambiente estável para as crianças.

Frank Eric Blackcloud II, de 40 anos, Tatyana Brown, de 33, e Lexi Bowman, de 26

Dentro de casa, as tarefas são divididas entre os três. Tatyana costuma ficar responsável pela cozinha, Lexi cuida do jardim e Eric, que trabalha com controle de pragas, faz os serviços de manutenção. As duas também ajudam a levar os filhos à escola e acompanham os deveres de casa.

As despesas da casa também são compartilhadas. “As finanças são uma responsabilidade de todos nós. Estamos planejando formalizar isso com uma conta conjunta”, explicou Tatyana.

Com o tempo, segundo ela, a presença constante de Lexi ajudou a fortalecer o vínculo com os filhos.

Para Tatyana, o relacionamento poliamoroso também trouxe mudanças pessoais importantes. Ela afirma que o modelo exige mais diálogo e maturidade emocional entre todos os envolvidos. “Hoje precisamos ser muito mais honestos e comunicativos. Não é necessariamente mais fácil, mas para nós parece mais completo”, concluiu.

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