Maria Eduarda morreu ao ser jogada da Ponte do Esqueleto – Reprodução redes sociais
Maria Eduarda morreu após ser lançada em queda livre da Ponte do Esqueleto
Por: areavip.com.br/autor/nucia-ferreirara
Um dos três presos no último fim de semana pela morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, que foi lançada sem cordas em um salto de rope jump, retirou a câmera Gopro que estava presa à jovem logo após a tragédia.
A informação consta no pedido de prisão feito à Justiça pela Polícia Civil e Ministério Público (MP) contra João Antônio Pivetta Ribeiro da Silva, de 35 anos. Maria Eduarda morreu após ser lançada em queda livre de quase 30 metros da Ponte do Esqueleto, na divisa entre Limeira e Cordeirópolis, interior de São Paulo, no último dia 13.
João Antônio, Gabriel Barros Martins e Evelyne dos Santos Gonçalves foram presos nesse sábado (20) por envolvimento na tragédia. Segundo a polícia, Evelyne fazia parte da organização do evento. Eles vão ficar presos temporariamente por cinco dias, mas a Polícia Civil enviou, nesta terça-feira (23/6), um pedido à Justiça para estender as prisões para 30 dias, até o término do inquérito.
Segundo a investigação, João Antônio e Gabriel Barros também faziam parte do grupo “Entre Cordas”, responsável pela realização do evento. Ambos fugiram do local após a morte de Maria Eduarda.
Inicialmente, seis pessoas, entre elas os três instrutores presos por homicídio doloso com dolo eventual e Evelyne, foram detidas e levadas à delegacia. A mulher e outros dois homens foram liberados, enquanto os instrutores Maicon Fernandes Cintra, de 42 anos; Luis Felipe Feliciano Egoroff, de 32; e Vitor de Freitas Gonçalves, de 27, foram autuados em flagrante. A Justiça converteu o flagrante para preventiva no dia seguinte à tragédia.

